Tuesday, 29 September 2009

Hoje vim a cantar no carro

E o tema era... "125". 125 carros a chiar, 120 e cinco golfinhos no mar, e por aí
Faltava-me um carro e faltava-me, já, a voz.

Chegou a altura de pôr em causa
Sim, tem de fazer sentido ou ser mais forte que o sentido.

Monday, 14 September 2009

k-os

O problema (major) são as conclusões. Essa busca incessante por um ponto final e decisões, objectivos com vista a novos objectivos e por aí adiante. Possíveis temas de aprofundamento para a eterna insatisfação, o medo de não encontrar o que fazer, os pensamentos últimos.
Ideias construídas requerem decisões a curto prazo - trabalhos de casa, NÃO exames. A consciencialização dos limites humanos e pessoais, a balança entre o que é aceitável e o que eu aceito. E eu, à partida, aceito quase tudo. Apenas a construção desse quase (porque, uma vez programada para construir, construo), provoca uma avalanche de variantes que transformam as minha possíveis vidas, a minha própria organização por setas, no caos.

Friday, 11 September 2009

Como matar saudades.

As saudades matam-se ou esfolam-se?
Será melhor cortar o mal pela raíz ou adoptar uma longa e penosa tortura?
Matá-las como quem lança uma seta contra uma nuvem - ao estilo cupido - ou, então, envenená-las com uma caixa azul de ben-u-rons. Tirar peça por peça, todos os pedaços de saudade existentes nesse corpo de formas mutáveis, até compreender que mesmo a forma de átomo dá comichão.
Mantê-las vivas? Nunca! Nunca? Alimentar também não. Manter uma rédea? Feita de quê, exagerada auto-estima? Isso é possível? Passaríamos, certamente, a sentir saudades de nós próprios, péssima reputação no Mundo.
Então, como?

Por agora, apetece-me andar de mãos dadas.